terça-feira, 27 de dezembro de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Alguém que acha mais fácil conviver com imperfeições, que o trabalho de aperfeiçoar, poderá discordar da minha idéia.
Se o desejo de mudar, não for maior que o medo de errar, não haverá evolução.
Uma idéia se torna interessante, quando vem de um grande mestre.
Outra se torna mais interessante, por vir de um leigo.
Por que não simplificar o nosso idioma?
- Por que não usar a letra “K” em lugar de “QU” e “C”?
Eliminando a letra “Q” e dispensando a letra “U”, e ainda resgatando os sons de trema?
Ex. Eloquência=Elokuência cuja pronúncia mudaram para “elokência”
- Por que não usar a letra “Z” em lugar de “S” para sons de "Z" como Brazil, braza?
Dando ao “S” seu som natural, podendo eliminar o peculiar “Ç”.
- Por que não usar a letra “X” em lugar de “CH”?
Simplificando e podendo dispensar a letra “C”.
- Por que não usar apenas um “S” quando o som se torna igual ao de dois “S”?
- Por que não usar dois acentos para recuperar sons que eram grafados com trema?
Exemplo: Lingúíça
- Por que mudar a grafia para diferençar palavras, que tem o mesmo som como: “acento” e “assento”, “concerto” e “conserto”, se não pronunciamos estas palavras sem usar um complemento?
Se alguém disser apenas: assisti o concerto!
Logicamente virá a pergunta: Concerto de que?
Ex. Assisti o concerto de piano - Assisti o conserto do carro.
Quando são usados estes recursos para diferençar palavras, são criados símbolos, que só serão interpretados por quem conhece, quando a palavra poderia ser simplesmente lida.
- Por que não acabar com as confusas regras de acentuação, acentuando conforme a pronúncia?
- Por que a letra “G” recebe o nome “Gê” se sozinha faz o som “GUÊ”, como em “MAGNATA”?
- Por que não usar a letra “G” sem a letra “U” para os sons, GUÊ=GE e GUI=GI, passando estes sons para a letra “J”, que deveria se chamar “Jê”?
Porque complicar como no caso de “Viagem” e “Viajar”?
- Por que manter no nosso alfabeto letras que, podem ser substituídas por outras, como “W” - “Y”?
Alfabeto não precisa ter os mesmos caracteres de um teclado de escrever.
- Por que usar “H” no inicio de algumas palavras, se nada muda na pronúncia?
- Por que usar o hífen quando simplesmente podemos criar uma nova palavra?
Qual o som produzido pelo hífen?
Será que só é permitido alterar expressões como “Parada para café”, para “Coffee break”, e ainda pensar que quem faz isso é culto?
- Por que não mandar para Portugal as letras “Ç” - “C” - “Q”?
Kem sábe nos mándem em tróka, um pôuko do ke leváram do Brazíl.
Nosso idioma é rico em sonoridade, e podemos grafar os nossos sons, usando uma escrita simples.
- Por que escrever os séculos em números romanos, se sempre identificamos com a palavra “SÉCULO”?
O trema que tinha função na reprodução da palavra, é menos importante que os números romanos, identificando séculos, apenas uma tradição, que só serve para prejudicar a escrita e a leitura?
Atualmente quem escreve correto é o computador.
É menos escandaloso quando um artista, ou apresentador comete um erro gramatical, que quando quem deveria dar exemplo, sem motivo nem necessidade, usa expressões de outros idiomas como “impeachment”.
Tenho a impressão que existem guardiões do conservadorismo, permitindo que poucos dominem o nosso idioma, enquanto permitem que outros o deteriorem.
Não devemos criticar quem escreve ou fala errado, mas quem tem o dever, mas não tem competência, para simplificar o nosso idioma.
O texto deve ser a reprodução gráfica do discurso, da forma mais simples e objetiva.
Por que a intenção de tornar um texto mais exato que a fala?
Imagine as frases “Fui a cidade”, “Fui à cidade” e “Fui á cidade, sendo lidas por outra pessoa.
Quem está ouvido entende perfeitamente, sem ver os acentos.
Qual a necessidade destes acentos nesta escrita?
Devido a complexidade do nosso idioma, optei por usar o tempo que dedicaria ao seu estudo, no aperfeiçoamento da minha profissão, por ser mais importante. Assim pude atender e servir melhor, aqueles que precisaram do meu ofício, e sustentar a minha família.
Como disse o meu colega ecologista, São Francisco de Assis:
Mais importante que fazer muito, é fazer pouco e bem feito.
Como não simplificar um idioma onde pessoas com curso universitário, e idade avançada, ainda fazem a costumeira pergunta: Como se escreve tal coisa? É com dois “S”? É com “Ç”? É com “X”?
Até mesmo o uso de computadores, que era complexo e dominado por poucos, tornou-se simples.
Como podemos admitir que o idioma, o instrumento que mais usamos, seja dominado por poucos privilegiados, e ainda criticar quem comete algum erro?
Se o idioma brasileiro tivesse que ficar atrelado ás origens, deveríamos escrever em latim.
Compare um texto em português de Portugal, com um texto no nosso idioma, e observe as diferenças.
Se começarmos a simplificar o nosso idioma, em breve veremos estas complicações, como vemos hoje a palavra “FARMÁCIA” escrita como “PHARMÁCIA”.
Quem sabe surja uma academia de letras mais dinâmica, onde haja evolução, em lugar de imortalidades e imunidades.
Nos versos a seguir, não foi usado: “C” - “Ç” - “Q” - “Y” - “W” - “CH” - palavras iniciando com “H”.
Anote quantas palavras não puderam ser lidas, e quantas não puderam ser pronunciadas.
Nos dois texto foram reduzidas 30 letras, em relação a escrita convencional.
Momêntos
Kuándo xega o krepúskulo
meu olhár se pérde no poênte
enkuánto mínha álma sángra
e se transfórma
komo o azúl do séu
se transfórma em púrpura.
Entre tántas desiluzões e insertêzas
a esperánsa me parése
o orizônte distánte
ke vái aos pôukos sumíndo.
Momêntos de mistérios
kuándo a belêza e a tristêza
se konfúndem
me maxúcam e me fasínam.
Me pêrko êntre a realidáde e a fantazía
enkuánto tôdas as kôizas
vão se transformándo em sômbras.
Sômbras ke se arrástam e se alôngam
devorándo lentamênte
tôdas as kôres.
E kuándo résta apênas a nôite
a solidão e o silênsio
ôuso a vóz de um ánjo
ke vêm me falár com ternúra
dos segrêdos da vída e do têmpo
dos mistérios do amôr e da flôr
do motívo de nasêr e morrêr.
Então amanhése
e as lágrimas ke ficáram
fázem mêus ólhos brilhárem.
E eu vôlto a lutár
em um múndo
ônde é melhór ser kovárde.
E aínda tênto sonhár
mêsmo ke sêja tárde.
Acioly Netto
www.guiadiscover.com/acioly.htm
=========================
Kômo as ôndas do mar
Se alguêm me kizér
tem que ser kômo a fônte
que sasía mínha sêde
tem que ser kômo a múzika
ke xêga e akalánta
murmurándo em mínha álma
kômo as ôndas do mar
Se alguêm me kizér
saberá mêus segrêdos
verá ke sou fêito
de sônho e ternúra
ke sou mánso e suáve
kômo bríza ke pása
akarisiándo de leve
as ôndas do mar
Se alguêm me kizér
verá ke a tristêza
pasêia komígo
ke as mínhas ferídas
jamáis sikatrízam
ke eu káio e levánto
ke atáko o roxêdo
sem trégua e sem mêdo
kômo as ôndas do mar
Se alguêm me kizér
tem ke ser kômo eu kéro
e me kerêr kômo eu sou
A paixão ke enternése
tambêm me revólta
kômo o vênto revólta
as ôndas do mar
Se não for kômo eu kéro
não me kêira, me eskêsa !
já estou akostumádo
a ver a esperánsa
voár índo embóra
sem adêus e sem pránto
kômo a gaivóta que vôa
sôbre as ôndas do mar
Acioly Netto
www.guiadiscover.com/acioly.htm
Se o desejo de mudar, não for maior que o medo de errar, não haverá evolução.
Uma idéia se torna interessante, quando vem de um grande mestre.
Outra se torna mais interessante, por vir de um leigo.
Por que não simplificar o nosso idioma?
- Por que não usar a letra “K” em lugar de “QU” e “C”?
Eliminando a letra “Q” e dispensando a letra “U”, e ainda resgatando os sons de trema?
Ex. Eloquência=Elokuência cuja pronúncia mudaram para “elokência”
- Por que não usar a letra “Z” em lugar de “S” para sons de "Z" como Brazil, braza?
Dando ao “S” seu som natural, podendo eliminar o peculiar “Ç”.
- Por que não usar a letra “X” em lugar de “CH”?
Simplificando e podendo dispensar a letra “C”.
- Por que não usar apenas um “S” quando o som se torna igual ao de dois “S”?
- Por que não usar dois acentos para recuperar sons que eram grafados com trema?
Exemplo: Lingúíça
- Por que mudar a grafia para diferençar palavras, que tem o mesmo som como: “acento” e “assento”, “concerto” e “conserto”, se não pronunciamos estas palavras sem usar um complemento?
Se alguém disser apenas: assisti o concerto!
Logicamente virá a pergunta: Concerto de que?
Ex. Assisti o concerto de piano - Assisti o conserto do carro.
Quando são usados estes recursos para diferençar palavras, são criados símbolos, que só serão interpretados por quem conhece, quando a palavra poderia ser simplesmente lida.
- Por que não acabar com as confusas regras de acentuação, acentuando conforme a pronúncia?
- Por que a letra “G” recebe o nome “Gê” se sozinha faz o som “GUÊ”, como em “MAGNATA”?
- Por que não usar a letra “G” sem a letra “U” para os sons, GUÊ=GE e GUI=GI, passando estes sons para a letra “J”, que deveria se chamar “Jê”?
Porque complicar como no caso de “Viagem” e “Viajar”?
- Por que manter no nosso alfabeto letras que, podem ser substituídas por outras, como “W” - “Y”?
Alfabeto não precisa ter os mesmos caracteres de um teclado de escrever.
- Por que usar “H” no inicio de algumas palavras, se nada muda na pronúncia?
- Por que usar o hífen quando simplesmente podemos criar uma nova palavra?
Qual o som produzido pelo hífen?
Será que só é permitido alterar expressões como “Parada para café”, para “Coffee break”, e ainda pensar que quem faz isso é culto?
- Por que não mandar para Portugal as letras “Ç” - “C” - “Q”?
Kem sábe nos mándem em tróka, um pôuko do ke leváram do Brazíl.
Nosso idioma é rico em sonoridade, e podemos grafar os nossos sons, usando uma escrita simples.
- Por que escrever os séculos em números romanos, se sempre identificamos com a palavra “SÉCULO”?
O trema que tinha função na reprodução da palavra, é menos importante que os números romanos, identificando séculos, apenas uma tradição, que só serve para prejudicar a escrita e a leitura?
Atualmente quem escreve correto é o computador.
É menos escandaloso quando um artista, ou apresentador comete um erro gramatical, que quando quem deveria dar exemplo, sem motivo nem necessidade, usa expressões de outros idiomas como “impeachment”.
Tenho a impressão que existem guardiões do conservadorismo, permitindo que poucos dominem o nosso idioma, enquanto permitem que outros o deteriorem.
Não devemos criticar quem escreve ou fala errado, mas quem tem o dever, mas não tem competência, para simplificar o nosso idioma.
O texto deve ser a reprodução gráfica do discurso, da forma mais simples e objetiva.
Por que a intenção de tornar um texto mais exato que a fala?
Imagine as frases “Fui a cidade”, “Fui à cidade” e “Fui á cidade, sendo lidas por outra pessoa.
Quem está ouvido entende perfeitamente, sem ver os acentos.
Qual a necessidade destes acentos nesta escrita?
Devido a complexidade do nosso idioma, optei por usar o tempo que dedicaria ao seu estudo, no aperfeiçoamento da minha profissão, por ser mais importante. Assim pude atender e servir melhor, aqueles que precisaram do meu ofício, e sustentar a minha família.
Como disse o meu colega ecologista, São Francisco de Assis:
Mais importante que fazer muito, é fazer pouco e bem feito.
Como não simplificar um idioma onde pessoas com curso universitário, e idade avançada, ainda fazem a costumeira pergunta: Como se escreve tal coisa? É com dois “S”? É com “Ç”? É com “X”?
Até mesmo o uso de computadores, que era complexo e dominado por poucos, tornou-se simples.
Como podemos admitir que o idioma, o instrumento que mais usamos, seja dominado por poucos privilegiados, e ainda criticar quem comete algum erro?
Se o idioma brasileiro tivesse que ficar atrelado ás origens, deveríamos escrever em latim.
Compare um texto em português de Portugal, com um texto no nosso idioma, e observe as diferenças.
Se começarmos a simplificar o nosso idioma, em breve veremos estas complicações, como vemos hoje a palavra “FARMÁCIA” escrita como “PHARMÁCIA”.
Quem sabe surja uma academia de letras mais dinâmica, onde haja evolução, em lugar de imortalidades e imunidades.
Nos versos a seguir, não foi usado: “C” - “Ç” - “Q” - “Y” - “W” - “CH” - palavras iniciando com “H”.
Anote quantas palavras não puderam ser lidas, e quantas não puderam ser pronunciadas.
Nos dois texto foram reduzidas 30 letras, em relação a escrita convencional.
Momêntos
Kuándo xega o krepúskulo
meu olhár se pérde no poênte
enkuánto mínha álma sángra
e se transfórma
komo o azúl do séu
se transfórma em púrpura.
Entre tántas desiluzões e insertêzas
a esperánsa me parése
o orizônte distánte
ke vái aos pôukos sumíndo.
Momêntos de mistérios
kuándo a belêza e a tristêza
se konfúndem
me maxúcam e me fasínam.
Me pêrko êntre a realidáde e a fantazía
enkuánto tôdas as kôizas
vão se transformándo em sômbras.
Sômbras ke se arrástam e se alôngam
devorándo lentamênte
tôdas as kôres.
E kuándo résta apênas a nôite
a solidão e o silênsio
ôuso a vóz de um ánjo
ke vêm me falár com ternúra
dos segrêdos da vída e do têmpo
dos mistérios do amôr e da flôr
do motívo de nasêr e morrêr.
Então amanhése
e as lágrimas ke ficáram
fázem mêus ólhos brilhárem.
E eu vôlto a lutár
em um múndo
ônde é melhór ser kovárde.
E aínda tênto sonhár
mêsmo ke sêja tárde.
Acioly Netto
www.guiadiscover.com/acioly.htm
=========================
Kômo as ôndas do mar
Se alguêm me kizér
tem que ser kômo a fônte
que sasía mínha sêde
tem que ser kômo a múzika
ke xêga e akalánta
murmurándo em mínha álma
kômo as ôndas do mar
Se alguêm me kizér
saberá mêus segrêdos
verá ke sou fêito
de sônho e ternúra
ke sou mánso e suáve
kômo bríza ke pása
akarisiándo de leve
as ôndas do mar
Se alguêm me kizér
verá ke a tristêza
pasêia komígo
ke as mínhas ferídas
jamáis sikatrízam
ke eu káio e levánto
ke atáko o roxêdo
sem trégua e sem mêdo
kômo as ôndas do mar
Se alguêm me kizér
tem ke ser kômo eu kéro
e me kerêr kômo eu sou
A paixão ke enternése
tambêm me revólta
kômo o vênto revólta
as ôndas do mar
Se não for kômo eu kéro
não me kêira, me eskêsa !
já estou akostumádo
a ver a esperánsa
voár índo embóra
sem adêus e sem pránto
kômo a gaivóta que vôa
sôbre as ôndas do mar
Acioly Netto
www.guiadiscover.com/acioly.htm
domingo, 29 de maio de 2011
Teológica Hipocrisia

Deus criou a terra e fez dela o paraíso
Mas os humanos em sua rebeldia
A tudo se julgaram superiores
Quebrando toda harmonia
Para ensinar ao mundo a verdade
Deus mandou o seu filho Jesus
Mas os humanos o mataram
Torturado numa cruz.
Na sua falsidade e arrogância
Os humanos fizeram então
Da vítima seu salvador
Do crime absolvição.
Roubaram, escravizaram e mataram
Os julgados selvagens e pagãos
Usando o nome de Jesus
Intitulados cristãos
Civilizados com filosofias e religiões
Foram matando sem perceber
Aqueles que poderiam
Lhes ensinar à viver
Acióly Netto - www.guiadiscover.com
Por onde a salvação do planeta deve começar

Por onde a salvação do planeta deve começar
A história nos mostra, que os grandes impérios, as fortunas e o poder, se mantêm graças aos reis, súditos e escravos. Sem as pessoas, que formam a base desta pirâmide, este sistema deixa de existir.
Os poderosos do mundo sabem que, para se manterem no poder, precisam do trabalho de muitas pessoas, de onde vem toda a sua riqueza. Quanto maior o número de pessoas, mais barato se torna o trabalho, como podemos ver na China, e noutros lugares.
Não precisa ser um grande pensador, para saber que a destruição da natureza, se deve ao aumento do número de pessoas e, a ambição dos ricos. Não precisa ser cientista político para saber que, o aumento do número de miseráveis sem cultura, é importante para eleger, e manter no poder os corruptos, que compram seus votos com esmolas. A natalidade precisa ser controlada urgentemente.
Quem controla a natalidade, é a classe mais esclarecida. A raça humana prolifera, justamente onde não deveria, portanto as pessoas de bom nível moral e cultural serão cada vez em menor número, sem representação e desprotegidas.
Enquanto a água potável desaparece no planeta, no sul do Brasil, grandes áreas produtivas, estão se transformando em desertos, e o êxodo rural aumenta, agravando os problemas sociais, e ambientais nas cidades.
A fome e as doenças proliferam, numa ordem exponencial, enquanto os cartéis se fortalecem, monopolizando os bancos genéticos, criando plantas que não se reproduzem, para dominar a produção de alimentos e remédios.
O que podemos fazer? Nada vem de graça, precisamos repensar, e mudar nossos péssimos hábitos, comodistas e consumistas.
Aprendamos com as formigas.
Na sociedade das formigas, as guardiãs não trabalham, e por terem as mandíbulas muito grandes, precisam receber das operárias, o alimento na boca. Quando a reprodução das formigas guardiãs aumenta, as operárias simplesmente param de alimentá-las, para não comprometer as provisões, e a estabilidade da comunidade.
Temos que parar de alimentar os poderosos. Não podemos aceitar tudo que a indústria nos oferece, sem antes se perguntar:
1- Eu preciso realmente? 2- A compra deste produto beneficia quem? 3- Para onde vai esta embalagem depois? Eu posso reutilizá-la?
Numa sociedade que fabrica leis, sem se preocupar que sejam cumpridas, e os desonestos tem direitos, e os honestos tem deveres, daqueles que deveriam fiscalizar e punir, só podemos esperar corrupção e incompetência.
Precisamos agir, cada um fazendo a sua parte.
Veja um exemplo: Um shopping foi construído, sobre uma área de preservação. Manifestações, denúncias e até prisões, nada resolvem. O mal está feito, eles continuarão lá, inventando falsos projetos sociais e ecológicos, comprando políticos e funcionários dos órgãos ambientais.
O que você pode fazer? Basta não comprar nada deles. Assim você estará exercendo seu poder, da forma mais direta e eficaz.
Antes de freqüentar um hotel ou restaurante, próximo do mar ou qualquer curso d’água, procure saber onde eles lançam seus esgotos, e se a localização não compromete o meio ambiente.
Não perca tempo criticando políticos, eles são a imagem e semelhança do povo.
A mídia adapta profecias e acontecimentos, sobre a data do fim do mundo, sem perceber que o fim do mundo já começou.
Faço minhas as palavras do sábio índio, chefe Seatle: “Só não entendo, porque Deus deu a esta raça, o domínio sobre os selvagens, e os outros animais”.
Acióly Netto - www.guiadiscover.com/ecologia.htm
O Ciclo Das Águas
O ciclo das águas
O mar chamou o sol, e pediu que levasse ao céu o seu espírito. E o sol, transformou o espírito do mar em nuvens.
Depois o mar chamou o vento, e pediu que soprasse as nuvens por todos os lugares da terra.
Por onde o espírito do mar descia, em forma de chuva, a terra ia se cobrindo de verde, flores, frutos e vida.
Logo nasceram os cursos d’ águas, tornando-se os vasos sanguíneos da terra.
Por muito tempo o espírito do mar retornava feliz, cantando e dançando pelos vales, e saltitando nas cachoeiras.
Por onde o espírito do mar passava, ia saciando a sede dos animais e plantas, e semeando a vida, como o sangue que retorna ao coração de onde saiu.
Um dia, entre os outros animais, a espécie humana foi tornando-se diferente, soberba e ingrata.
Os humanos em sua arrogância se intitularam seres superiores, e passaram a destruir a vegetação, desrespeitar os animais e envenenar as águas.
Hoje o espírito do mar retorna humilhado e triste, trazendo com ele o lixo, e a ingratidão dos humanos.
Nas praias e nos manguezais, as águas exalam o cheiro de putrefação e morte.
Com a ajuda do irmão sol e do irmão vento, o espírito do mar continuou cumprindo sua missão, como quem semeia o bem, sem reclamar da aridez dos corações.
O mar ainda tenta na sua beleza, esconder seu sentimento, e a tristeza da vida que nele agoniza, na esperança que um dia os humanos entendam, que cada nascente é sagrada, e nada deve ser modificado no caminho das águas.
Cegos pela sua ignorância e ambição, os humanos não percebem que estão matando a si mesmos.
Acioly Netto - www.guiadiscover.com
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